Qualquer coisa pode ser tudo...
Mundo mudo diante da força...
O amor em perigo sem escudo...
A terra vestida em camurça...
Discurso de algum político...
Lado mítico da vida...
Somente o tempo analítico...
Qualquer batalha vencida.
Ou nada, nunca haverá regra
a limitar uma mente.
O que acaba de repente,
O que a nada se agrega.
Pincelada do pintor
ou um borrão de nanquim
sobre a linha do Equador...
Um ai, o riso, a vertente...
Uma faca, uma corrente,
Qualquer escolha, o amor!
Ana Maria Gazzaneo
São Paulo

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